MURAL DA SEMANA - 18/05/2017

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terça-feira, 25 de outubro de 2016

CARROÇA VAZIA



Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceite com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, e uma carroça vazia.
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
Ora, respondeu meu pai, é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: "Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz..." (Autor desconhecido)
Esta é a realidade da história Bíblica do Fariseu e o Publicano, que foram ao templo para orar (Lucas 18.9-14). O Fariseu era membro da seita mais ortodoxa dos judeus. Estava em pé no templo. Fez seu o objetivo de ser tão destacado e visível quanto possível. Ele orava de si para si mesmo. Literalmente: Suas palavras eram mais de congratulação e louvor de si mesmo, do que uma comunicação com Deus. Vaidosamente enumerou suas supostas virtudes, agradecendo também a Deus, porque não era como as outras pessoas...
O fariseu é um tipo de todas as pessoas presunçosas de todos os tempos, de cada pessoa que se agrada a si mesma e que tem prazer em sim mesma, em seu próprio ser e agir que julga maravilhosos; que se gaba diante de Deus de sua honestidade civil e de sua reputação que julga imaculada, de sua brilhante virtude exterior, e que aponta o dedo para os outros com desdém... é oco e barulhento... é carroça vazia...
O publicano não tinha nada da arrogância e autoconfiança do fariseu. Estava em pé, longe, provavelmente na sombra dum pilar, onde podia passar o quanto mais possível desapercebido. Está vivamente consciente de sua indignidade... Sua oração é curta e profunda: “Ó Deus, tem pena de mim, pois sou pecador!”
E Jesus terminou, dizendo: “Eu afirmo a vocês que foi este homem, e não o outro, que voltou para casa em paz com Deus. Porque quem se engrandece será humilhado, e quem se humilha será engrandecido (Lucas 18.14).

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